RenovaBio prevê metas de descarbonização para o setor de combustíveis

Lançado em 2016, o RenovaBio que é uma política de Estado e tem o objetivo de traçar uma estratégia conjunta para reconhecer o papel de cada tipo de combustível na matriz energética brasileira, tanto para a segurança energética quanto para mitigação de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa. Diferentemente de medidas tradicionais, o RenovaBio não propõe a criação de imposto sobre carbono, subsídios, crédito presumido ou mandatos volumétricos de adição de biocombustíveis a combustíveis.

A lista de objetivos inclui ainda o fornecimento de contribuição para o cumprimento dos compromissos nacionalmente determinados pelo Brasil no âmbito do “Acordo de Paris”, a promoção adequada da expansão dos biocombustíveis na matriz energética, com ênfase na regularidade do abastecimento de combustíveis.

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Mudas pré-brotadas revolucionam o plantio da cana

Desenvolvido pelo Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, o sistema de mudas pré-brotadas (MPB) transforma o conceito do plantio da cana-de-açúcar. É uma tecnologia de multiplicação que poderá contribuir para a produção rápida de mudas, associando elevado padrão de fitossanidade, vigor e uniformidade de plantio. A proposta oferece uma grande redução da quantidade de mudas que vai para o campo.

No plantio convencional, um hectare de cana demanda de 18 a 20 toneladas de colmos, enquanto no sistema MPB, o consumo cai para duas toneladas. Um outro ponto a ser considerado é que a muda já formada permite uma taxa de multiplicação até 15 vezes maior. Isso porque a partir de uma tonelada de cana, no sistema MPB, em um ano e meio pode-se chegar a uma área plantada entre 300 até 500 hectares. No plantio tradicional, a taxa de multiplicação ficaria em torno de 30 hectares para cada tonelada de toletes.

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