Não tem “receita de bolo” para projeto de irrigação

Irrigar ou não irrigar? Essa é uma decisão que o produtor rural precisa avaliar vários pontos antes de decidir. O fator mais importante que determina a necessidade de irrigação ou não de uma certa cultura, em uma região, é a quantidade e a distribuição das chuvas. A lista de pontos a serem avaliado antes da decisão inclui ainda: aumento da produtividade, melhoria da qualidade do produto, produção na entressafra, uso mais intensivo da terra e a redução do risco do investimento feito na atividade agrícola.

De acordo com o instrutor credenciado junto ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT), Edegar Matter não há uma “receita de bolo”. Segundo ele, cada caso é um caso. “Cada propriedade tem suas especificações. É preciso analisar todos os pontos positivos e negativos antes de comprar os equipamentos e investir num projeto de irrigação”.

Pivo Irrigação

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É tempo de ficar de olho na lucratividade da Cana-de-Açúcar

De acordo com o relatório divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), haverá um aumento de 599 mil toneladas entre a safra 2016/17 e a 2017/18, saindo de 16,3 milhões para R$ 16,9 milhões de toneladas (variação de 3,7%).  A Conab também estimou crescimento na área plantada, saindo de 229 mil hectares para 233 mil (+1,4%). Haverá ainda, conforme o relatório, aumento de 2,2% na produtividade estadual, de 71 mil quilos por hectare para 72,6 mil quilos/ha.Do total, 2,754 milhões de toneladas (crescimento de 1,8%) serão destinadas à produção de açúcar, que está estimada em 391 mil toneladas (queda de 1,6% em relação à última safra). A produção de cana destinada ao etanol deverá aumentar 4%, chegando a 14,1 milhões de toneladas. A previsão da Conab é de que Mato Grosso produza 1,2 bilhão de litros do biocombustível (aumento de 0,3%).

 

 

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