NR 31 é a que estabelece as regras para segurança no trabalho na piscicultura

Na piscicultura, assim como em outras cadeias produtivas o trabalho exige cuidados para proteger os trabalhadores nas diversas tarefas desempenhadas diariamente. Assim como em qualquer outro setor, sempre há riscos existentes nas atividades rurais, por isso, trabalhar com segurança é fundamental. A Norma Regulamentadora (NR) 31 estabelece as obrigações do empregador e do empregado, apresenta as medidas de segurança que devem ser implantadas, assim como todos os requisitos necessários para proporcionar boas condições de trabalho e proteger a saúde e integridade física dos colaboradores.

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Piscicultura praticada em tanques suspensos oferece muitas vantagens

O sistema com tanques suspensos destaca-se não só pelas altas taxas de produtividade, mas principalmente por apresentar características únicas que facilitam o manejo. Dentre elas, o aumento de taxas de conversão alimentar, redução de perdas, e principalmente a quebra de paradigmas de safra na aquicultura. Com tanques suspensos é possível dimensionar os módulos por produtividade constante, garantindo oferta durante o ano todo, e não apenas em uma ou duas safras por ano.

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Piscicultura desenvolvida em tanque exige mais cuidado do produtor

A produtividade de um viveiro de peixe depende basicamente das técnicas de cultivo empregadas. Nesta lista está incluído as espécies, a disponibilidade e qualidade da água, as condições de solo e também a dedicação do produtor. Na criação de peixes em tanques, pode-se controlar e selecionar as espécies que se pretende criar e, eles ficam sempre acessíveis apresentando um ciclo rápido de produção.

Os tanques para peixes devem ser construídos preferencialmente de forma retangular, acompanhando a curva de nível. Vale ressaltar que em regiões mais frias, os tanques devem ser mais profundos. O sistema de abastecimento ideal é o individual, permitindo um controle da vazão.

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Outro ponto importante é o sistema de proteção que deve ser feito com a tela de mosquiteiro ou saco de malha fina, para evitar a entrada de peixes indesejáveis.

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Piscicultura em plena expansão em Mato Grosso

Com 2.500 produtores cadastrados no Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), sendo 10 de alevinos e uma produção de mais de 62 mil toneladas a cadeia da piscicultura está em pleno desenvolvimento em Mato Grosso. O estado conta ainda com sete fábricas de ração para peixes e 11 frigoríficos.

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De acordo com o presidente da Aquamat, Daniel Melo, apesar do mercado promissor e da cadeia estar em pleno desenvolvimento, ainda há muitos desafios a serem vencidos. Dentre eles, o de integrar todos os elos da cadeia. Outro é a estimulação da segmentação da produção de alevinos, recria e engorda.

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Piscicultura em plena expansão não só em Mato Grosso, mas em todo Brasil

De acordo com o último levantamento feito pela Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), Mato Grosso é o 4º produtor nacional de peixes. A Associação mostra ainda que há cerca de 1.200 produtores atuando na atividade em 3.200 hectares de lâminas de água. Apesar do Estado ser avaliado com alto potencial para a atividade, em razão do clima, da extensão territorial e da diversidade de espécies nativas, a maior dificuldade enfrentada pelos produtores é a comercialização do produto.

Atualmente, a maior expectativa se concentra na construção de um frigorífico localizado no município de Selvíria (MS). A previsão de conclusão é para 2019. A expectativa é de construir 500 hectares de lâminas de água e ter a capacidade de processar mais de 10 mil toneladas de peixe ao ano. Em maio de 2017, a empresa recebeu aprovação da outorga do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), para explorar o potencial hídrico da região por 30 anos com foco na produção de tilápias.

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Crédito: SENAR-MT – Rafael Manzutti

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