Estação de monta garante a eficiência reprodutiva

A eficiência reprodutiva é fundamental para o sistema de produção de bovinos, que apresenta ciclo reprodutivo longo, com um descendente a cada parto. Uma boa eficiência reprodutiva, seja pelo acasalamento ou pela inseminação artificial, permite maior vida útil dos animais e mais nascimentos de bezerros. A idade para se atingir o peso ideal vai depender do nível de manejo, da alimentação e de cuidados sanitários.

No sistema operacional em que os touros são mantidos durante todo o ano com as vacas não é possível se estabelecer um controle da reprodução e, assim as parições ocorrem de acordo com as leis da natureza. A estação de monta é uma prática indispensável para aqueles que pretendem desenvolver um programa mais ambicioso de produção animal. A Estação de Monta é indicada, sobretudo para a pecuária de corte, embora na bovinocultura de leite seja de grande utilidade porque permite uma programação correta da produção na safra e entressafra.

Divulgação

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Febre Aftosa: Produtores começam uma nova história na pecuária mato-grossense

Está prevista para o próximo ano e deve prosseguir até 2021 a retirada da vacinação contra a febre aftosa no rebanho de Mato Grosso e de todo o Brasil. Diante desse panorama, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) pretende realizar campanhas de “atualização de estoques” do rebanho entre os pecuaristas. Atualmente, é por meio da declaração de vacinação, entregue pelos criadores a órgãos oficiais, que os governos estaduais e federal conseguem projetar o tamanho dos rebanhos. Sem a campanha da aftosa, a coleta de dados ficaria dificultada.

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Silagem complementa alimentação do rebanho na seca

As pastagens são de importância vital para a pecuária brasileira. Estima-se que pelo menos 75% da superfície utilizada pela agricultura seja ocupada por pastagens, o que corresponde a aproximadamente 20% da área total do país. As pastagens representam a forma mais prática e econômica de alimentação dos bovinos, constituindo-se a base de sustentação da bovinocultura de corte no Brasil.

Porém a oferta sazonal de pasto faz com que o produtor precise se preparar para alimentar o rebanho na época da seca. Rica em energia, a silagem entra como complemento à dieta animal baseada também em proteína. O milho e o sorgo, além do capim, são as principais fontes de forragem quando o período de chuvas se encerra em Mato Grosso.

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Leite e Pontes e Lacerda são notícias nesta sexta-feira (29.07)

A imprensa de Pontes e Lacerda e região “botou pra quebrar”. Logo cedo várias equipes de TV e rádio circulavam no local do evento colhendo informações e fazendo entrevistas. O objetivo era divulgar o potencial da região considerada uma das maiores produtoras de leite de Mato Grosso e os resultados do Senar Tec Leite que está prestes a completar um ano. Entrevistado não faltou. Além das autoridades locais, representantes do Sistema Famato/Senar, os produtores rurais também contaram suas histórias de sucesso.

Cinquentão

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A sede do sindicato fica bem no centro de Diamantino

O Sindicato Rural de Diamantino completa em 2016 meio século de história. O presidente do sindicato, José Aparecido Cazzeta lembra que várias dificuldades foram e são enfrentadas nesses 50 anos, mas destaca que há muito a se comemorar. Hoje o sindicato possui 170 filiados e em parceria com o Senar-MT realiza cerca de 50 treinamentos por ano.

Essa mão de obra é aproveitada no município, que é sustentado pelo setor da agropecuária. Diamantino cultiva 400 mil hectares de soja, 146 mil hectares de milho, 36 mil hectares de algodão e cria 100 mil cabeças de gado. Na região estão instaladas empresas como o frigorífero JBS, a Suinobras (cria e recria de suínos), três empresas de revenda de maquinário agrícola, e os grupos Vanguarda Agro, El Tejar e Bom Futuro.

Ufa! É não dá para deixar o aniversário de um sujeito deste passar em branco… Então em 2016,  o sindicato prepara uma grande festa para comemorar a data.