Informações e dicas para conseguir aposentadoria rural especial

A aposentadoria rural por idade do segurado especial é, sem dúvida, o benefício previdenciário mais difícil de ser alcançado. E o motivo é sempre o mesmo: a dificuldade do segurado em reunir o mínimo necessário de provas. Por esta razão, muitos trabalhadores rurais que se enquadram no perfil do segurado especial rural não conseguem se aposentar.

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Pastagem de qualidade é sinônimo de carne saborosa

Pelo menos 95% da carne bovina do Brasil é produzida em regime de pastagens. A área total é de aproximadamente 167 milhões de hectares. Vale destacar que na alimentação do rebanho bovino tem surgido grandes avanços, especialmente no melhoramento das pastagens já existentes. A adoção de capins selecionados e desenvolvidos por meio de pesquisa científica no Centro-Oeste brasileiro, foi uma das coisas que alavancou a capacidade de suporte e também o desempenho dos animais. As cultivares liberadas, principalmente pela Embrapa, na sua maioria selecionados a partir da variabilidade natural, espelham o sucesso do método utilizado e respondem por mais de 70% do mercado de sementes forrageiras.

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Foto: Divulgação

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NR 35 capacita profissionais para realizarem trabalhos “nas alturas”

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) é considerado trabalho em altura qualquer atividade executada acima de dois metros de altura de qualquer tipo de piso e com risco de queda. Dessa forma, todos os serviços que envolvem o uso de escadas, plataformas ou andaimes podem receber tal denominação. E, apenas profissionais preparados podem exercer esse tipo de trabalho, que deve ser executado com planejamento, organização e cuidados especiais, a fim de garantir a máxima segurança para todas as pessoas envolvidas, mesmo aquelas de forma indireta.

Com o objetivo de evitar acidentes e tornar o trabalho em altura mais seguro foi criada a norma regulamentadora (NR) 35 que estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para esse tipo de serviço. A ideia da norma ocorreu em setembro de 2010, durante o 1º Seminário Internacional de Segurança em Trabalhos em Altura.

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Foto: Divulgação

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Piscicultura em plena expansão não só em Mato Grosso, mas em todo Brasil

De acordo com o último levantamento feito pela Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), Mato Grosso é o 4º produtor nacional de peixes. A Associação mostra ainda que há cerca de 1.200 produtores atuando na atividade em 3.200 hectares de lâminas de água. Apesar do Estado ser avaliado com alto potencial para a atividade, em razão do clima, da extensão territorial e da diversidade de espécies nativas, a maior dificuldade enfrentada pelos produtores é a comercialização do produto.

Atualmente, a maior expectativa se concentra na construção de um frigorífico localizado no município de Selvíria (MS). A previsão de conclusão é para 2019. A expectativa é de construir 500 hectares de lâminas de água e ter a capacidade de processar mais de 10 mil toneladas de peixe ao ano. Em maio de 2017, a empresa recebeu aprovação da outorga do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), para explorar o potencial hídrico da região por 30 anos com foco na produção de tilápias.

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Crédito: SENAR-MT – Rafael Manzutti

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Pesquisa aponta dezenas de espécies para reflorestamento em Mato Grosso

Uma pesquisa feita pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa Assistência e Extensão Rural (Empaer), em 2016 aponta as espécies mais indicadas para o reflorestamento em Mato Grosso. A lista é grande e inclui a fava barriguda, peroba, mica, tatajuba, castanheira, teca, eucalipto, ipês, jacarandá do cerrado, pata de vaca, cajazinho, aroeira, bordão de velho, cedro rosa, chico magro, chimbuva, embaúva, gonçaleiro e uma dezenas de outras espécies. As frutíferas também têm sido bastante utilizadas no reflorestamento de pequenas áreas. As mais cotadas são a acerola, caju, mangueira, pitomba e tamarindo. Durante 20 anos, foram avaliadas 30 espécies, sendo 23 nativas e sete exóticas. A pesquisa realizada no Centro Regional de Pesquisa e Transferência de Tecnologia da Empaer, no município de Sinop, a cerca de 500 quilômetros de Cuiabá, revela que o maior volume de madeira foi obtido com as árvores, fava barriguda, peroba mica, tatajuba e castanheira.

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Fotos: Divulgação

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