Mapas com informações precisas fazem toda a diferença na tomada de decisões

Quando o assunto é agricultura de precisão, mapas e a tecnologia são fortes aliados do produtor. Mas é preciso ressaltar que devem ser utilizados com sabedoria. É só desta forma que podem trazer retorno significativos para o produtor e também para o meio ambiente. Na agricultura de precisão há vários tipos de mapas. Os mais solicitados são aqueles para identificar e investigar a variabilidade de diversos aspectos na lavoura como a produtividade, solo, plantas daninhas, pragas e doenças.

Mapas de infestação de insetos, pulverizações, irrigação, aplicação de fertilizantes, semeadura, taxa variável, automação, máquinas e até de criação de unidades de gestão diferenciadas fazem parte de uma extensa lista de relatórios que podem ser gerados, analisadas e que contribuem muito nas tomadas de decisão do produtor. O segredo é saber analisar estes dados e aproveitá-los para aumentar a produção e a produtividade e, consequentemente diminuir os prejuízos e os desperdícios.

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Utilização de taxa variável pode ajudar na redução de custos

Sempre quando se fala em melhoramento nas técnicas de manejo de um cultivo, a tecnologia de aplicação à taxa variável entra em questão. Este procedimento que ainda não é muito difundido em âmbito nacional é amplamente empregado no exterior, especialmente em países que possuem poucas áreas férteis e que necessitam obter máxima produtividade por hectare. A lista de benefícios para quem utiliza estas técnicas inclui redução de custos com insumos agrícolas e aumento da produtividade, esta técnica nem sempre parece atrair muito a atenção de produtores.

Como o nome sugere, este método de aplicação consiste em variar a taxa com que se aplica um produto em cada subárea dentro de um talhão. Na maioria dos casos, os produtos alvo deste tipo de manejo são os fertilizantes e herbicidas, podendo ser aplicado também para outros defensivos, irrigação ou plantação, conforme demanda.  Os primeiros usos desta tecnologia datam dos anos 1980, nos quais se mantinha a vazão de saída constante dos implementos, porém variava-se a velocidade do implemento para variar a quantidade aplicada em cada área. Isto permitia uma variação simples da dosagem, porém dependia integralmente na capacidade do operador em saber quais locais demandavam diferentes doses. Desde então, com o advento do GPS e sistemas capazes de variar a vazão do produto, a tecnologia da aplicação variável vem evoluindo em conjunto com avanços no ramo de sensoriamento remoto e aeronaves remotamente pilotadas (ARPs).

foto 1 - taxa variável

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Estação de monta garante a eficiência reprodutiva

A eficiência reprodutiva é fundamental para o sistema de produção de bovinos, que apresenta ciclo reprodutivo longo, com um descendente a cada parto. Uma boa eficiência reprodutiva, seja pelo acasalamento ou pela inseminação artificial, permite maior vida útil dos animais e mais nascimentos de bezerros. A idade para se atingir o peso ideal vai depender do nível de manejo, da alimentação e de cuidados sanitários.

No sistema operacional em que os touros são mantidos durante todo o ano com as vacas não é possível se estabelecer um controle da reprodução e, assim as parições ocorrem de acordo com as leis da natureza. A estação de monta é uma prática indispensável para aqueles que pretendem desenvolver um programa mais ambicioso de produção animal. A Estação de Monta é indicada, sobretudo para a pecuária de corte, embora na bovinocultura de leite seja de grande utilidade porque permite uma programação correta da produção na safra e entressafra.

Divulgação

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Antes de decidir pelo plantio direto analise as vantagens e desvantagens

Decidir se vai optar pelo plantio direto ou não exige pesquisa, conhecimento e estudo da área utilizada. O produtor rural precisa avaliar várias situações para verificar se é viável ou não implantar este sistema em sua propriedade. Os resultados das avaliações sobre a utilização de um novo sistema na propriedade levam à reflexão sobre a expansão ou redução de culturas, contratação de pessoal, compra de insumos e também de novos investimentos no setor de máquinas e implementos. Sem dúvida, dar importância à tomada de decisões é primordial para a administração moderna. Na agricultura não é diferente, sendo uma atividade de risco, é totalmente dependente do sucesso, e os agricultores lutam para serem produtivos e, acima de tudo, competitivos. Tomar decisões corretas representa eficiência e competitividade.

Plantio direto (6)

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Não tem “receita de bolo” para projeto de irrigação

Irrigar ou não irrigar? Essa é uma decisão que o produtor rural precisa avaliar vários pontos antes de decidir. O fator mais importante que determina a necessidade de irrigação ou não de uma certa cultura, em uma região, é a quantidade e a distribuição das chuvas. A lista de pontos a serem avaliado antes da decisão inclui ainda: aumento da produtividade, melhoria da qualidade do produto, produção na entressafra, uso mais intensivo da terra e a redução do risco do investimento feito na atividade agrícola.

De acordo com o instrutor credenciado junto ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT), Edegar Matter não há uma “receita de bolo”. Segundo ele, cada caso é um caso. “Cada propriedade tem suas especificações. É preciso analisar todos os pontos positivos e negativos antes de comprar os equipamentos e investir num projeto de irrigação”.

Pivo Irrigação

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