Pecuária é mais rentável quando tem o foco na intensificação da produção

De um lado a população mundial cresce e do outro, a área de produção de alimentos de origem animal, como a carne bovina é cada vez menor. Há quem diga que o Brasil passará de 181,7 milhões de hectares (ha) de pastagens, número registrado em 2011 para 176,3 milhões em 2022, perdendo assim 2,97% de área de pastagens. Diante deste panorama, a solução é intensificar a produção da pecuária investindo em setores como estação de monta, suplementação das matrizes, tipo de manejo e genética.

Independentemente do tamanho da propriedade, o maior desafio é a obtenção da lucratividade, capaz de remunerar os custos, assegurar novos investimentos e garantir a qualidade de vida do pecuarista. A intensificação pode ser definida como racionalização do uso dos recursos limitantes no processo de produção. E é claro que não existe receita certa para um sistema de produção ideal, pois cada propriedade e cada região possuem suas particularidades que devem ser levadas em consideração no processo de intensificação. Diante disso, é importante ter o auxílio de um profissional para elaborar a receita adequada para cada propriedade.

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Divulgação

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Febre Aftosa: Produtores começam uma nova história na pecuária mato-grossense

Está prevista para o próximo ano e deve prosseguir até 2021 a retirada da vacinação contra a febre aftosa no rebanho de Mato Grosso e de todo o Brasil. Diante desse panorama, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) pretende realizar campanhas de “atualização de estoques” do rebanho entre os pecuaristas. Atualmente, é por meio da declaração de vacinação, entregue pelos criadores a órgãos oficiais, que os governos estaduais e federal conseguem projetar o tamanho dos rebanhos. Sem a campanha da aftosa, a coleta de dados ficaria dificultada.

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Pastagem de qualidade é sinônimo de carne saborosa

Pelo menos 95% da carne bovina do Brasil é produzida em regime de pastagens. A área total é de aproximadamente 167 milhões de hectares. Vale destacar que na alimentação do rebanho bovino tem surgido grandes avanços, especialmente no melhoramento das pastagens já existentes. A adoção de capins selecionados e desenvolvidos por meio de pesquisa científica no Centro-Oeste brasileiro, foi uma das coisas que alavancou a capacidade de suporte e também o desempenho dos animais. As cultivares liberadas, principalmente pela Embrapa, na sua maioria selecionados a partir da variabilidade natural, espelham o sucesso do método utilizado e respondem por mais de 70% do mercado de sementes forrageiras.

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Foto: Divulgação

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Silagem complementa alimentação do rebanho na seca

As pastagens são de importância vital para a pecuária brasileira. Estima-se que pelo menos 75% da superfície utilizada pela agricultura seja ocupada por pastagens, o que corresponde a aproximadamente 20% da área total do país. As pastagens representam a forma mais prática e econômica de alimentação dos bovinos, constituindo-se a base de sustentação da bovinocultura de corte no Brasil.

Porém a oferta sazonal de pasto faz com que o produtor precise se preparar para alimentar o rebanho na época da seca. Rica em energia, a silagem entra como complemento à dieta animal baseada também em proteína. O milho e o sorgo, além do capim, são as principais fontes de forragem quando o período de chuvas se encerra em Mato Grosso.

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Vantagens e desvantagens do confinamento e semiconfinamento

Confinamento e semiconfinamento são sistemas de alimentação para a engorda de bovinos muito utilizados no Brasil, principalmente no período de seca. É quando as pastagens perdem os seus níveis de qualidade e, consequentemente, não são capazes de fornecer os nutrientes necessários para que ocorra a nutrição adequada do animal. Em Mato Grosso, boa parte dos pecuaristas utilizam o sistema de confinamento ou semiconfinamento.

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