Anemia Infecciosa equina causa prejuízos e preocupa criadores de cavalo

A Anemia Infecciosa Equina (AIE) ou febre do pântano, como também é conhecida é uma doença que preocupa os criadores de cavalo. Além de já ter causado inúmeras mortes e prejuízos, também já foi motivo de proibições do trânsito de animais em todo o mundo. No entanto, muitos não sabem como ela é transmitida e nem como controlá-la. Vale ressaltar ainda que não é bem conhecido qualquer tipo de tratamento eficaz.

Os primeiros estudos realizados sobre essa doença foram na França, no século XIX. No Brasil foi constatada pela primeira vez no ano de 1968, nos Estados do Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. É uma doença que pode atingir todas as espécies e raças de equídeos, mas vale ressaltar que os animais subnutridos, parasitados e debilitados apresentam maior predisposição para ficarem doentes.

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Casqueamento e ferrageamento devem ser feitos com frequência para garantir a saúde do animal

Há quem diga que:  “sem casco não há cavalo”. Quando se trata do manejo de equinos, uma das atividades realizadas e de extrema importância é o cuidado dispensado aos cascos. Na natureza, o equino desgasta naturalmente seus cascos conforme muda de ambiente durante a busca por alimento. Mas aqueles animais que permanecem longos períodos em cocheiras ou pastos, que realizam atividades esportivas e de trabalho necessitam da intervenção humana para correção e manutenção da integridade dessa estrutura.

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