Utilização de taxa variável pode ajudar na redução de custos

Sempre quando se fala em melhoramento nas técnicas de manejo de um cultivo, a tecnologia de aplicação à taxa variável entra em questão. Este procedimento que ainda não é muito difundido em âmbito nacional é amplamente empregado no exterior, especialmente em países que possuem poucas áreas férteis e que necessitam obter máxima produtividade por hectare. A lista de benefícios para quem utiliza estas técnicas inclui redução de custos com insumos agrícolas e aumento da produtividade, esta técnica nem sempre parece atrair muito a atenção de produtores.

Como o nome sugere, este método de aplicação consiste em variar a taxa com que se aplica um produto em cada subárea dentro de um talhão. Na maioria dos casos, os produtos alvo deste tipo de manejo são os fertilizantes e herbicidas, podendo ser aplicado também para outros defensivos, irrigação ou plantação, conforme demanda.  Os primeiros usos desta tecnologia datam dos anos 1980, nos quais se mantinha a vazão de saída constante dos implementos, porém variava-se a velocidade do implemento para variar a quantidade aplicada em cada área. Isto permitia uma variação simples da dosagem, porém dependia integralmente na capacidade do operador em saber quais locais demandavam diferentes doses. Desde então, com o advento do GPS e sistemas capazes de variar a vazão do produto, a tecnologia da aplicação variável vem evoluindo em conjunto com avanços no ramo de sensoriamento remoto e aeronaves remotamente pilotadas (ARPs).

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Não tem “receita de bolo” para projeto de irrigação

Irrigar ou não irrigar? Essa é uma decisão que o produtor rural precisa avaliar vários pontos antes de decidir. O fator mais importante que determina a necessidade de irrigação ou não de uma certa cultura, em uma região, é a quantidade e a distribuição das chuvas. A lista de pontos a serem avaliado antes da decisão inclui ainda: aumento da produtividade, melhoria da qualidade do produto, produção na entressafra, uso mais intensivo da terra e a redução do risco do investimento feito na atividade agrícola.

De acordo com o instrutor credenciado junto ao Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT), Edegar Matter não há uma “receita de bolo”. Segundo ele, cada caso é um caso. “Cada propriedade tem suas especificações. É preciso analisar todos os pontos positivos e negativos antes de comprar os equipamentos e investir num projeto de irrigação”.

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Profissionais capacitados para combater incêndios em propriedades rurais ajudam a minimizar os prejuízos

Com a chegada do período de seca, também chega a preocupação dos produtores rurais com os incêndios e as queimadas. Com o objetivo de minimizar os prejuízos e evitar o fogo, os produtores rurais mato-grossenses se unem para capacitar profissionais que vão atuar no combate às queimadas e aos incêndios nas propriedades rurais. Para Anísio Amorim Leite, produtor de soja e milho no município de Nova Mutum, 2017 foi um ano de muito prejuízo. Ele conta que sua propriedade fica à beira de uma estrada bastante movimentada e, isso tornou ainda mais difícil evitar os incêndios. “Nós tivemos pelo menos quatro situações, onde o fogo ficou praticamente incontrolável. Fizemos um grupo no whatsap para um ajudar o outro nas situações de emergência. Passamos pelo menos três meses de tensão. Na nossa região foram mais de 15 incêndios com grandes prejuízos”.

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Divulgação

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Regulagem e manutenção das máquinas agrícolas podem influenciar na rentabilidade do produtor.

Não somente as plantadeiras e colheitadeiras, como todas as máquinas e implementos agrícolas utilizados numa propriedade rural desempenham fundamental papel na agricultura. Quando bem reguladas e com a manutenção feita de acordo com o manual garantem o sucesso da cultura, economia e até se pode dizer que contribuem para o aumento de rentabilidade. A utilização de máquinas na execução das mais diversas operações, dentro de uma propriedade rural tem o objetivo de realizar tarefas de uma forma mais rápida, eficiente e com maior conforto para o operador, permitindo aumento da capacidade individual de trabalho e produtividade.

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Mais de 800 milhões de pessoas no mundo sofrem com a falta de alimento

Já parou para pensar que a comida que sobra na sua casa falta no prato de alguém? Apesar de a quantidade de alimentos produzidos no mundo ser capaz de acabar com a fome, há mais de 800 milhões de pessoas no mundo que sofrem com a falta de alimento. No Brasil são quase 14 milhões de pessoas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um terço das famílias brasileiras termina o mês sem comida nas mesas, enquanto 14 milhões de brasileiros passam fome e o restante da população joga no lixo 30% de todos os alimentos comprados.

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