Mapas com informações precisas fazem toda a diferença na tomada de decisões

Quando o assunto é agricultura de precisão, mapas e a tecnologia são fortes aliados do produtor. Mas é preciso ressaltar que devem ser utilizados com sabedoria. É só desta forma que podem trazer retorno significativos para o produtor e também para o meio ambiente. Na agricultura de precisão há vários tipos de mapas. Os mais solicitados são aqueles para identificar e investigar a variabilidade de diversos aspectos na lavoura como a produtividade, solo, plantas daninhas, pragas e doenças.

Mapas de infestação de insetos, pulverizações, irrigação, aplicação de fertilizantes, semeadura, taxa variável, automação, máquinas e até de criação de unidades de gestão diferenciadas fazem parte de uma extensa lista de relatórios que podem ser gerados, analisadas e que contribuem muito nas tomadas de decisão do produtor. O segredo é saber analisar estes dados e aproveitá-los para aumentar a produção e a produtividade e, consequentemente diminuir os prejuízos e os desperdícios.

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Suinocultor deve dobrar os cuidados com os leitões entre a maternidade e a creche

Sair da maternidade e ir para creche é uma mudança bastante brusca para os animais. Sendo assim, é preciso alguns cuidados para minimizar o estresse dos animais. Além da separação da mãe e a socialização com outros leitões, eles ainda precisam enfrentar a substituição do leite materno por outros alimentos. O produtor precisa se ater a todas essas mudanças e fazer o possível para tentar minimizar os efeitos negativos que possam prejudicar o desempenho dos leitões.

A mudança nutricional, do líquido para o sólido, eleva a taxa de pH estomacal, aumentando a sobrevivência e a passagem no trato intestinal de bactérias patogênicas ingeridas. Nas primeiras 24 horas após o desmame, também ocorrem alterações funcionais e estruturais no intestino delgado.  Portanto, para obter um melhor desempenho nesta fase e, consequentemente, ao longo de toda a cadeia produtiva do suíno, é indispensável a adoção de um programa efetivo de alimentação.

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Mercado futuro protege produtores de variações de preços

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Mercado futuro. Para muitos ainda é uma novidade. Para outros já faz parte do cotidiano da comercialização da produção. Vale explicar que os contratos de futuro são de compra e venda padronizados, no que se refere às características do produto negociado, conforme regulamentação da Bolsa. É por meio destes contratos que as partes se comprometem a comprar e vender determinada quantidade de um ativo financeiro ou ativo real (bens tangíveis), em uma data futura, a um preço predeterminado. Por serem padronizados, os contratos futuros são negociáveis em bolsa e constituem a base do chamado mercado futuro.

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Amostragem e análise de qualidade garantem uma boa correção do solo

As amostragem e análises de solo devem ser feitas anualmente na agricultura e, pelo menos a cada três anos nas pastagens. O objetivo é estimar a capacidade do solo de fornecer quantidades adequadas de nutrientes necessários para atender às necessidades da lavoura ou das pastagens. É importante dizer que os resultados do teste somente são úteis quando utilizados em conjunto com uma curva de calibração que relacione a análise de laboratório a um conjunto de dados de resposta de plantação. Sem os dados de resposta (calibração), os resultados do laboratório não têm muito significado. O padrão de amostragem deve ser configurado para caracterizar melhor a variabilidade dentro do campo.

Diferentes sistemas de cultivo fornecem quantidades e profundidades diferente de mistura de nutrientes. Frequentemente, os nutrientes se tornam estratificados — ou em camadas — no perfil do solo. Isso pode afetar a disponibilidade dos nutrientes da planta, especialmente se as condições de umidade limitarem a atividade de raiz em qualquer momento durante a estação de crescimento. Por exemplo, se os nutrientes se acumularem nas três ou quatro polegadas superiores da zona da raiz e o solo secar no meio do verão, a planta pode ficar subnutrida devido à indisponibilidade de posição dos nutrientes. Isto é, o suprimento na verdade está lá, mas está inacessível às raízes devido à falta de umidade.

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Utilização de taxa variável pode ajudar na redução de custos

Sempre quando se fala em melhoramento nas técnicas de manejo de um cultivo, a tecnologia de aplicação à taxa variável entra em questão. Este procedimento que ainda não é muito difundido em âmbito nacional é amplamente empregado no exterior, especialmente em países que possuem poucas áreas férteis e que necessitam obter máxima produtividade por hectare. A lista de benefícios para quem utiliza estas técnicas inclui redução de custos com insumos agrícolas e aumento da produtividade, esta técnica nem sempre parece atrair muito a atenção de produtores.

Como o nome sugere, este método de aplicação consiste em variar a taxa com que se aplica um produto em cada subárea dentro de um talhão. Na maioria dos casos, os produtos alvo deste tipo de manejo são os fertilizantes e herbicidas, podendo ser aplicado também para outros defensivos, irrigação ou plantação, conforme demanda.  Os primeiros usos desta tecnologia datam dos anos 1980, nos quais se mantinha a vazão de saída constante dos implementos, porém variava-se a velocidade do implemento para variar a quantidade aplicada em cada área. Isto permitia uma variação simples da dosagem, porém dependia integralmente na capacidade do operador em saber quais locais demandavam diferentes doses. Desde então, com o advento do GPS e sistemas capazes de variar a vazão do produto, a tecnologia da aplicação variável vem evoluindo em conjunto com avanços no ramo de sensoriamento remoto e aeronaves remotamente pilotadas (ARPs).

foto 1 - taxa variável

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