Uso consciente de defensivos garante qualidade na olericultura

Os defensivos agrícolas são produtos eficazes no controle de pragas e doenças que atacam as plantações de uma forma geral. Na cadeia produtiva da olericultura não é diferente. Para que a utilização destes produtos seja segura e eficiente é necessário que o produtor cumpra algumas regras. Embora o assunto seja polêmico, os produtos são eficientes e seguros, desde que o uso seja feito de acordo com as orientações. Para que cheguem ao mercado a fim de serem comercializados, passam por um rigoroso processo de registro, que abrange testes de avaliação toxicológica supervisionado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Ministério da Saúde, além de avaliação ambiental para averiguar qual seu impacto na atmosfera, no solo e na água. Além disso, o produto deve ser registrado junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para obter sucesso na aplicação de defensivos agrícolas, é importante seguir boas práticas como a segurança na aplicação.  O primeiro passo é proteger o operador contra intoxicações que podem ser causadas por defensivos.

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Manutenção preventiva pode evitar prejuízos

Para garantir o bom funcionamento das máquinas e implementos agrícolas e evitar imprevistos que, consequentemente, geram prejuízos, a manutenção preventiva deve ser feita com frequência. A lista de benefícios inclui o bom funcionamento do equipamento, prolongamento da sua vida útil, quebras inesperadas, desgastes prematuros, eficiência, produtividade e assegura o valor do equipamento na hora da revenda.

Outra dica importante é seguir as recomendações do manual do fabricante. É importante que os profissionais do setor sejam treinados e capacitados para fazer as checagens que em determinadas máquinas devem ocorrer com mais frequência que outras. Ter um plano de manutenção da frota pode ajudar a evitar transtornos e redução de produtividade. Assim, além do equipamento estar sempre funcionando bem, o produtor rural também terá maior valor na hora de revendê-lo.

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Foto: Divulgação

E quando o assunto é capacitação, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT) oferece cerca de 20 treinamentos para capacitar profissionais que irão atuar nesta área. Os interessados devem procurar o Sindicato Rural de seu

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Reprodutor de qualidade garante melhoramento genético do rebanho

A eficiência reprodutiva é fundamental para o sistema de produção de bovinos, que apresenta ciclo de reprodução longo, com um descendente a cada parto. Uma boa eficiência nesta área, seja pelo acasalamento ou pela inseminação artificial, permite maior vida útil dos animais e mais nascimentos de bezerros. A idade para se atingir o peso ideal vai depender do nível de manejo, da alimentação e de cuidados sanitários.

O pós parto da vaca também é um período que merece atenção e é indispensável para que o animal fique prenhe o mais rápido possível e, consequentemente, haja melhor aproveitamento da vida reprodutiva. Existem inúmeras informações e tecnologias geradas pelos resultados de pesquisas disponíveis para aplicação imediata pelos produtores, capazes de reduzir seus custos de produção, desde que corretamente utilizadas.

 

 

A intensidade do uso de reprodutores em uma propriedade é alta quando comparado às

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Antes de diversificar o negócio estude o mercado e planeje

Quando o produtor rural quer diversificar as atividades em sua propriedade, deve pensar em planejamento e vários outros fatores antes de começar o novo negócio, o que não é uma tarefa fácil. É preciso estudar o mercado, verificar se há viabilidade a partir do potencial de aceitação frente ao público e ter um plano de negócios. Mas não é só isso, também é necessário conhecer muito bem os consumidores e os fornecedores.

Começar uma nova atividade sem ter expectativa de como o mercado irá reagir em relação ao produto é um risco que pode acabar em prejuízos. A análise de mercado é um dos principais elementos do plano de negócio e, sem ela, é impossível conhecer as necessidades do público que se pretende atingir, o perfil da concorrência e os melhores fornecedores.

 

Esta análise é o processo de obtenção de informações sobre o mercado de

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Falta capacitação no setor de classificação de grãos e isso preocupa o produtor

Um dos problemas que também tira o sono dos produtores rurais é a classificação de grãos. Em função disso, estão sempre em busca de capacitação, qualificação e treinamentos para os seus colaboradores. A ideia é ter uma pessoa que entenda do assunto para acompanhar a classificação feita pelas indústrias. Eles reclamam não só dos resultados da classificação, mas também da falta de mão de obra qualificada para atuar no setor.

O produtor rural Marcos André Bertol, de 35 anos, que produz 750 hectares de soja e milho, em Água Boa, conta que fez o treinamento de Classificação de produtos de Origem vegetal – soja e milho ofertado pelo Sindicato Rural em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT) para ter condições de acompanhar de perto a classificação de sua safra. “Eu sempre tive muitas dúvidas sobre as avarias apresentadas”. Bertol acrescenta ainda que ao entender como é feita esta classificação fica mais fácil de contestar os descontos, caso sejam feitos de forma indevida.

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