Sistema Agroflorestais diversificam a produção e aumenta a renda familiar

Muito tem se falado em Sistemas agroflorestais (SAF’s) que são formas de uso ou manejo da terra, nos quais se combinam espécies arbóreas com cultivos agrícolas ou criação de animais, de forma simultânea ou em sequência temporal e que promovem benefícios econômicos e ecológicos. Os sistemas agroflorestais ou agroflorestas, como são popularmente conhecidos, apresentam como principais vantagens, frente à agricultura convencional, a fácil recuperação da fertilidade dos solos, o fornecimento de adubos verdes, o controle de ervas daninhas, entre diversas outras vantagens.

A integração da floresta com as culturas agrícolas e com a pecuária oferece uma alternativa para enfrentar os problemas crônicos de degradação ambiental generalizada e ainda reduz o risco de perda de produção. Outro ponto vantajoso do sistema agroflorestal é que, na maioria das vezes, as árvores podem servir como fonte de renda, uma vez que a madeira e os frutos das frutíferas ser vendidos. A combinação desses fatores encaixa as agroflorestas no modelo de agricultura sustentável.

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Profissionais capacitados para combater incêndios em propriedades rurais ajudam a minimizar os prejuízos

Com a chegada do período de seca, também chega a preocupação dos produtores rurais com os incêndios e as queimadas. Com o objetivo de minimizar os prejuízos e evitar o fogo, os produtores rurais mato-grossenses se unem para capacitar profissionais que vão atuar no combate às queimadas e aos incêndios nas propriedades rurais. Para Anísio Amorim Leite, produtor de soja e milho no município de Nova Mutum, 2017 foi um ano de muito prejuízo. Ele conta que sua propriedade fica à beira de uma estrada bastante movimentada e, isso tornou ainda mais difícil evitar os incêndios. “Nós tivemos pelo menos quatro situações, onde o fogo ficou praticamente incontrolável. Fizemos um grupo no whatsap para um ajudar o outro nas situações de emergência. Passamos pelo menos três meses de tensão. Na nossa região foram mais de 15 incêndios com grandes prejuízos”.

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Divulgação

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É tempo de ficar de olho na lucratividade da Cana-de-Açúcar

De acordo com o relatório divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), haverá um aumento de 599 mil toneladas entre a safra 2016/17 e a 2017/18, saindo de 16,3 milhões para R$ 16,9 milhões de toneladas (variação de 3,7%).  A Conab também estimou crescimento na área plantada, saindo de 229 mil hectares para 233 mil (+1,4%). Haverá ainda, conforme o relatório, aumento de 2,2% na produtividade estadual, de 71 mil quilos por hectare para 72,6 mil quilos/ha.Do total, 2,754 milhões de toneladas (crescimento de 1,8%) serão destinadas à produção de açúcar, que está estimada em 391 mil toneladas (queda de 1,6% em relação à última safra). A produção de cana destinada ao etanol deverá aumentar 4%, chegando a 14,1 milhões de toneladas. A previsão da Conab é de que Mato Grosso produza 1,2 bilhão de litros do biocombustível (aumento de 0,3%).

 

 

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Gestão ainda gera preconceito por falta de conhecimento e informação

Apesar de ser o termo da moda a “Gestão” ainda não é feita com eficiência em boa parte das propriedades rurais. Cada vez mais, o produtor passa pela necessidade de escolher um caminho, que muitas vezes é feito em função de repetir a mesma experiência passada por diversas gerações. A primeira dificuldade que o produtor enfrenta quando se trata do tema é o desconhecimento do que é gestão. É natural que onde há desconhecimento existe o preconceito e, por isso, a gestão ainda gera uma certa resistência no setor do agronegócio. É importante destacar que gestão é a alocação correta dos recursos financeiros, materiais e humanos,  com o objetivo de obter os  resultados desejados de maneira eficaz.  Gestão inclui ainda treinamento e motivação para que a equipe execute as ações planejadas com eficiência.

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Foto: Divulgação

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Febre Aftosa: Produtores começam uma nova história na pecuária mato-grossense

Está prevista para o próximo ano e deve prosseguir até 2021 a retirada da vacinação contra a febre aftosa no rebanho de Mato Grosso e de todo o Brasil. Diante desse panorama, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) pretende realizar campanhas de “atualização de estoques” do rebanho entre os pecuaristas. Atualmente, é por meio da declaração de vacinação, entregue pelos criadores a órgãos oficiais, que os governos estaduais e federal conseguem projetar o tamanho dos rebanhos. Sem a campanha da aftosa, a coleta de dados ficaria dificultada.

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